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Artistas

André Ficarelli, trompa
Douglas Costa, trompa
Samuel Hamzem, trompa
Luciano Amaral, trompa

4 X 4 é uma versátil formação de música de câmara para metais. Toda versatilidade e sonoridade que um quarteto de trompas alcança em uma formação orquestral é explorada nesta formação camerística.

No Brasil, o 4x4 é o único grupo do gênero a manter uma atividade profissional contínua. Executa peças originais e arranjos  eruditos e populares, repertório consagrado e estreias, em concertos que levam ao público novas experiências e sonoridades contribuindo para a “popularização” da trompa. 

Marisa Takano Lui, clarineta
Elaine Lopes, clarineta
Isabel De La Torre, clarineta
Márcia Guirra, clarineta


ClarasClarinetasleva ao público toda a riqueza de timbre, expressividade e versatilidade da família das clarinetas através de obras originais ou adaptadas.

Evidencia as diferenças entre clarineta, requinta, clarone e corno di basseto, que apesar de pertencerem a mesma família, possuem peculiaridades próprias.

Com o prazer, a alegria e a liberdade musical, ClarasClarinetas apresenta um repertório eclético e inovador, partindo de compositores como Vivaldi e Mozart, chegando a Tom Jobim, Cyro Pereira e Pixinguinha. 

Marco Cancello, flauta
Roberto Araújo, oboé
Otinilo Pacheco, clarinete
Ronaldo Pacheco. fagote
Mário Rocha, trompa

O Quinteto de Sopros é uma importante formação de música de câmara, assim como o Quarteto de Cordas. Devido a sua grande possibilidade de sons, timbres e diversidade de instrumentos, ConClave possui um repertório amplo, abrangendo música erudita e popular.

Formado por músicos da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, tem atuado no Teatro Municipal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, em várias unidades do SESC, etc. Conclave se apresentou em diversas cidades do Brasil, e recentemente na Alemanha, para a inauguração do novo espaço de concertos “Alten Bahnhof Dahlhausen”.

Felipe Leite Faturi, trompete
Rafael Gomes, trompete
Pedro Henrique de Souza Rosas, trompete
Lucas Souza dos Santos, trompete

Coro Colegium Musicum de São Paulo


A Associação Colegium Musicum de São Paulo dedica-se ininterruptamente desde 1962 ao canto coral, e é a principal organização dedicada a musica vocal em São Paulo.

O grupo foi fundado em 1962 por Ronaldo Bologna e teve como regentes os maestros Roberto Schnorrenberg, Abel Rocha e Marieddy Rosseto. Em 2011, Bruno Facio assumiu a regência do grupo.

Especializado no repertório pré-clássico, nos últimos anos o Collegium Musicum vem afirmando cada vez mais sua versatilidade e seu ecletismo, tendo sido convidado para participar de encontros e festivais, programas de televisão e rádio, espetáculos teatrais, concertos sinfônicos e óperas, além de manter a produção de seus próprios concertos.

Décio Gioielli, kalimba e percussão
Leila Garcia, contadora de histórias

Uma Viagem à África
Um Show de Música e Histórias

Décio trouxe de suas viagens pela África instrumentos tradicionais, músicas, canções e histórias. Kalimbas, Mbiras e outros instrumentos africanos nos encantam e surpreendem num show musical sobre o continente-mãe.

Décio convida para esse show a contadora de histórias Leila Garcia, que nesse passeio musical, conta histórias tradicionais com a trilha sonora de Décio tornando a viagem mais vibrante e viva, onde animais, seres humanos e árvores fazem parte de um mundo no qual convivem em pé de igualdade e importância.

Uma viagem e tanto!

Alexandre Damasceno, bateria
Rodrigo “Digão” Brás, bateria

 

Fábio Bartoloni, violão
Giacomo Bartoloni, violão

 

A convergência dos caminhos dos violonistas Fábio e Giacomo em direção a um desejo comum de pesquisar e explorar a formação duo de violões resultou na formulação deste projeto. Os objetivos do Duo Bartolonisão apresentar ao público uma mostra do repertório musical, com exemplos de obras originais e adaptações para o duo.  

Participaram de importantes séries de concerto, como a Brasiliana da Academia Brasileira de Música, Projeto Fina Escuta do SESC Paulista, entre outros. Foram solistas do Concerto para dois violões, oboé e orquestra de cordas de Radamés Gnattali, acompanhados pela Orquestra Sinfônica do Mato Grosso do Sul. 

Adriana Holtz, violoncelo
Vana Bock, violoncelo


O Duo Imaginário apresenta obras escritas para esta formação, resultando em uma sonoridade única e diferenciada.

Com um repertório variado, mescla o erudito com popular, partindo de Bartok, Mahle, passando por Villa Lobos, até chegar em artistas atuais como André Mehmari.

Atualmente Adriana Holtz é cellista da OSESP e Vana Bock, da OSUSP. São grandes violoncelistas na cena musical erudita que buscam um resultado sonoro e artístico de mais alta qualidade e surpreendem o público em cada música! 

Zéli Silva, contrabaixos
Vitor Alcântara, saxofone

“A cumplicidade musical desenvolvida há anos nessa parceria pode explicar porque a bela balada “Volta ao mundo”, outro ponto alto do álbum, soa tão intimista e natural.”
Carlos Calado – Folha de São Paulo

Com uma sonoridade pouco usual e bastante original o duo apresenta um entrosado trabalho camerístico de música popular, que enfatiza texturas musicais sobre ritmos brasileiros, explora os contrastes de dinâmicas e a criatividade das improvisações.

O duo apresenta um repertório de inéditas composições de Zéli Silva, além de composições de autores significativos da música instrumental brasileira.

regente de orquestra

Regente titular e diretor artístico da Orquestra do Theatro São Pedro, diretor artístico e fundador da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos e professor de regência em duas das maiores faculdades de música do país (FASM e FAAM), Emiliano Patarra se especializou em ópera e foi responsável pela montagem de uma grande quantidade de espetáculos líricos nos últimos anos. Foi por sete anos regente assistente e coordenador artístico da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, fundador e diretor musical do Núcleo de Ópera da FASM e produtor executivo do Festival Música Nova entre 2003 e 2008, além de diretor musical deste evento em 2009. Durante cinco anos foi supervisor pedagógico e professor do Projeto Guri - anos depois, em 2008, foi coordenador pedagógico de cordas e canto do Novo Projeto Guri-Santa Marcelina e Coordenador Pedagógico da Tom Jobim - Escola de Música do Estado de São Paulo.

piano solo

“Juliana é extremamente rápida com os dedos. Além disso, é uma ótima intérprete: sabe reproduzir a graciosidade de Villa-Lobos e o peso de Bach”. 
João Carlos Martins, maestro e pianista

Tem sido reconhecida como uma das mais importantes pianistas brasileiras da atualidade. Em 2012 lançou o CD “Juliana D’Agostini + Emmanuele Baldini” com o spalla da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), com grande sucesso de público e crítica.

Acumula importantes prêmios em sua carreira como a posição de semi-finalista no Seattle International Piano Competition 2010, e 1º lugar no IV Concurso Jovens Solistas OSBA, entre outros.

Madeira de Vento

João Francisco Correia, clarineta
Michel Moraes, clarineta
Fernando de Oliveira, clarineta
Mário Marques, clarineta/clarone
Otinilo Pacheco, clarone

Em 1998 nasceu o quinteto de clarinetes de repertório eclético, com ênfase em música brasileira, a fim de despertar no público o interesse e gosto por esse verdadeiro e valioso tesouro cultural. No repertório, o Madeira de Vento passeia por várias paisagens musicais, desde obras escritas originalmente para o quinteto, até peças arranjadas, misturando música erudita e popular. Em 2002, o grupo gravou o CD “Chovendo Canivetes” onde apresenta um inventário da história do clarinete no Brasil. Em 2010, o CD “Assanhado” que reverencia grandes mestres brasileiros. O grupo tem se apresentado com regularidade nas principais salas e eventos da capital e do interior paulista. Apresentou-se também nos EUA, Canadá, China e recentemente na Itália.

direção musical em "Uma Brisa"

Diretor brasileiro radicado há vinte anos na Europa, Marcelo Cardoso Gama trabalha principalmente na Alemanha, Áustria e Suíça. No momento, ensaia sua estréia no renomado Festival de Lucerna, dirigido por Pierre Boulez e a apresentação do ciclo "A Torre de Babel" de Mauricio Kagel em Stuttgart e Helsinki.

Desde 2008 trabalha regularmente como artist-in-residence da Academia do Castelo Solitude na Alemanha onde sua criação principal foi a ópera coral “Coragem Civil” comissionada pela Ópera Estatal de Stuttgart e estreada com a participação de mais de 100 cantores numa praça pública da cidade. Esse trabalho foi filmado pelo canal de televisão alemão Deutsche Welle como parte de um portrait do artista que teve transmissão mundial no dia 19 de agosto e ainda disponível no site do canal.

Em 2009 trabalhou pela primeira vez no Brasil assinando a direção da ópera barroca “Dido e Enéias” de Henry Purcell em Tatuí e em 2012 de "Pepita Jimenez" de Isaac Albeniz em Recife.  

Foi bolsista com duas premiações da Fundação Deutsche Bank, ator e músico em mais de quarenta espetáculos teatrais e operísticos de importantes teatros europeus dentre os quais se destacam o Salzburger Festspiele e a Wiener Festwochen.  A convite do Ministério da Cultura de Baden Württemberg ensinou teatro para jovens da favela Mashu em Durban, na África do Sul, criando com eles o espetáculo “A casa dos sonhos”.

Criação do espetáculo "Pedro e o Lobo"

A MOTE cia. de criação surge da parceria entre o arquiteto e músico Márcio Carvalho e o bailarino e coreógrafo Rodrigo Mello. O estilo de movimentação descreve ações dramáticas e constrói personagens descritivos, atingindo um resultado de dança contemporânea de movimentação delicada e plasticidade marcante. O espaço cênico acompanha as características do olhar contemporâneo e enriquece e apóia os personagens e o espetáculo.

Entre os projetos realizados pela Mote, estão: Prêmio Klauss Viana de Dança-Funarte com o espetáculo" Strambello"; Ocupação de Espaço da Caixa Econômica Federal com o Espetáculo Duas Histórias Movimentadas; Edital em produção em dança da Fundação Cultural de Curitiba com o espetáculo "A Lógica do pior; Lei do Mecenato da Fundação Cultural de Curitiba com os projetos "Estrambello no Labirinto da Memória" e "O Mundo Fantástico de Estrambello" com estréia em outubro de 2013.

Quarteto de Clarinetas (alunos da EMESP)

Felipe Marcelino, clarinete
Filipe Esteves, clarinete
Gustavo Nunes, clarinete
Anderson Menezes, clarinete

A Orquestra do Theatro São Pedro, criada para ser o corpo musical exclusivo do teatro e referência em ópera e música lírica em São Paulo, estreou em junho de 2010, com a apresentação de um concerto em homenagem ao compositor Carlos Gomes. Os responsáveis pela sua concepção foram os maestros Roberto Duarte, com ampla experiência internacional, e Emiliano Patarra, que vem acompanhando a trajetória do Theatro São Pedro desde 2003 e hoje é o regente titular do grupo.

A orquestra é composta por 18 violinos, seis violas, cinco violoncelos, quatro contrabaixos, dois oboés, duas clarinetas, dois fagotes, duas flautas, quatro trompas, dois trompetes, três trombones, tuba, dois percussionistas e uma harpa. São 54 músicos selecionados de maneira rigorosa.

Tiago Paganini, violino
Cleber Albuquerque, violino
Everton Rodrigues, viola
Douglas Pereira, violoncelo

Quarteto de Cordas (alunos da EMESP)

Barbara Andrade, violino
Nadia Fonseca, violino
Yasmim Polla, viola
Karen Hapuque, violoncelo

Edgar Leite, violino
Alexandre Cunha, violino
Davi Caverni, viola
Alberto Kanji, violoncelo
Liliane Kans, piano

Os músicos do Quadrus Chordarum se conhecem e têm trabalhado juntos há vários anos.

Em 2011 formaram o Quadrus Chordarum e desde então vem se apresentando em diversas salas de concerto como MuBE, Clube Transatlântico, Sociedade Brasileira de Eubiose, Mackenzie entre outros.  

Todos acumulam anos de experiência no Brasil e no exterior, atuando em diversas formações orquestrais e camerísticas. Os integrantes também foram alunos de alguns dos mais importantes professores do Brasil nos seus instrumentos e completaram sua formação com estudos de aperfeiçoamento na Europa e EUA. Neste concerto apresentarão o quarteto com piano de R. Schumann com a pianista Liliane Kans.

(alunos da EMESP)

Leonardo Rafael Aniceto, violino
Lucas Azevedo, violino
Rodrigo Nunes Mendes, viola
Felipe de Luna, violoncelo

Quarteto de Cordas (alunos da EMESP)

Renan Gonçalves, violino
Camila Schneck, violino
Aliana Alencar, viola
Richard Gonçalves, violoncelo

 

Liliana Chiriac, violino
Jonathan Cardoso, violino
Adriana Schincariol, viola
Teresa Cato, violoncelo

Vitor Mateus, sax soprano
Fernando Felix, sax alto
Mateus Felipe de Oliveira, sax tenor
Micael Valterlânio da Silva, sax baritono

Graziela Fortunato, violino
Sílvia Velludo, violino
Eduardo Cordeiro, viola
Gustavo Pinto Lessa, violoncelo

O Quarteto Real é composto por renomados profissionais do meio musical paulista. Todos integram a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo e Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo.

O quarteto já participou de vários eventos e shows como a inauguração da montadora Hyundai no Brasil. Também acompanhou a cantora Sarah Brightman em sua visita ao Brasil. O repertório abrange desde a música popular brasileira até os grandes mestres da música clássica como Mozart, Beethoven, Tchaikovsky, entre outros apresentando sempre um resultado de alta qualidade e refinamento.

(alunos da EMESP)

Lucas Cavalcante, trombone
Mauricio Lundgren, trombone
Eliezer da Silva, trombone
Luana Maeli da Silva, trombone baixo

(alunos da EMESP)
Danilo Crispim, flauta
Danilo Ferraz, flauta
Leticia Maia, flauta
João Luiz Prado, flauta

O Quarteto Tafanel foi formado no começo de 2013, por alunos da Escola de Musica do Estado de SP (EMESP Tom Jobim), que participam de seu núcleo de musica de câmara. O grupo é formado por 4 flautistas, integrantes de diferentes e importantes grupos musicais, sendo Orquestra Sinfônica Jovem Tom Jobim, onde Letícia Maia e João são músicos,  Banda Sinfônica da Policia Militar de SP, onde Danilo Ferraz é Músico, Orquestra Experimental de Repertório e Bachiana Filarmônica SESI-SP onde Danilo Crispim é musico.

O repertório explora diferentes estilos, períodos e principalmente a sonoridade possível de se obter através desta formação, com arranjos de compositores como Boismortier à Tom Jobim, passando por Telemann, Casterède, Korsakov entre outros. O quarteto se apresenta em diversas salas de concerto e faz concertos regulares no Museu do Ipiranga e no Auditório Zequinha de Abreu da Emesp Tom Jobim.

 

Quarteto TAU

Breno Chaves, violão
Fábio Bartoloni, violão
Daniel Murray, violão
José Henrique de Campos, violão

O prazer de provocar uma boa conversa é renovado a cada apresentação do Quarteto TAU. As frases musicais substituem as palavras para criar um diálogo afinadíssimo entre quatro violonistas de destaque no cenário musical.

O TAU nasceu com o propósito de ampliar o repertório de música de câmara para violões. Eles transpõem a formalidade das apresentações eruditas, sem perder o virtuosismo e trazem para as cordas vários estilos como erudito, choro, baião, bossa nova. No inovador trabalho do TAU, os violões assumem diferentes vozes e gera correspondências inusitadas, divertidas, emocionantes, capazes de envolver o público.

Leonardo Rafael Aniceto, violino
Lucas Azevedo, violino
Rodrigo Nunes Mendes, viola
Felipe de Luna, violoncelo

Paulo da Mata, flauta transversal
Juliano Buosi, violino
Roberta Marcinkowski, viola
Teresa Cristina Rodrigues, violoncelo

Formado em 2002, é um conjunto dedicado à música do período clássico e fim do barroco. Segue os princípios da interpretação “historicamente orientada”, utiliza cópias de instrumentos da época e de arcos do século XVIII. 

A interpretação da música do período clássico em instrumentos de época é ainda pouco explorada no Brasil.

O grupo apresentou-se nas principais salas de concerto do país, sobretudo na capital paulista e em cidades do interior do estado. Neste concerto apresentarão a obra de Mozart com formação de flauta e cordas. São ao todo quatro quartetos, considerados verdadeiras jóias musicais de rara inspiração.

Mônica Camargo, flauta
Rosana Moret, oboé
Marisa Lui, clarinete
Brenda Barreto, trompa
Nara Flores, fagote

O quinteto formado por mulheres, possui compromisso com a qualidade, refinamento e liberdade musical, sem perder a graciosidade das instrumentistas. Tem como objetivo levar ao conhecimento do público a riqueza de timbre, expressividade e versatilidade da família dos instrumentos de sopro: flauta, oboé, clarinete, trompa e fagote.

Chá das 5 apresenta um repertório eclético e inovador, partindo de peças tradicionais da música erudita de compositores como Mozart, Debussy chegando a compositores populares brasileiros como Pixinguinha, evidenciando sempre o compromisso com o prazer, a alegria e a liberdade musical.

(alunos da EMESP)

Kleber Uliani,  trompete
Wellington de Souza, trompete
Leanderson Ferreira, trompa
Mauricio Lundgren, trombone
Francisco Alonso Cárceles Uribe, tuba

Jazz Ensemble

Miguel Briamonte, piano
Amilcar Lobosco, saxofone e clarineta
Airton Fernandes, contrabaixo

Rosana Moret, oboé
Marisa Takano Lui, clarinete
Nara Martins Flores, fagote


SoPra Trio integra em suas performances leveza, energia, qualidade e refinamento, apresentando obras clássicas da música erudita e da música popular brasileira.

O Grupo tem se apresentado em diversas salas de concertos na capital paulista e também no interior do estado e Londrina/PR.

Em 2006, 2010, 2012 e 2013  recebeu o Prêmio Funarte de Concertos Didáticos que foram realizados em escolas públicas de São Bernardo do Campo, Mairiporã e São Paulo.

Alexandre Ficarelli, oboé
Domingos Elias, clarinete
Marcos Fokin, fagote

Formado em 1994, o trio tem se apresentado em diversos teatros e escolas. Em 2002 participou do festival de palhetas duplas na Argentina e apresentou-se no Teatro Colón em Buenos Aires.

A expressividade que os instrumentos de palheta produzem foi o que deu origem à essa formação que teve origem na França. O resultado deste nascimento, no final do século XIX, é o elevado índice de obras de autores franceses no repertório do grupo. O trio tem também em seu repertório transcrições de diversas obras.

Adenilson Telles, trompete
Israel Salomé, trompete
Douglas Costa, trompa 
Carlos Freitas, trombone
Luis Serralheiro, tuba


O quinteto de metais, é dotado de grande versatilidade tanto na capacidade de reproduzir os vários gêneros musicais, quanto na arte de criar diferentes tipos de sons.

Fundado em 1998, o Via Brasil Quinteto conta com repertórios que vão da música erudita à música popular, passando do barroco ao moderno, música brasileira, jazz e outros estilos, levando aos mais variados ouvintes toda sua versatilidade sonora.

Seus integrantes são jovens músicos que se destacam como cameristas, e também por suas qualidades como  solistas e músicos de orquestra, atuando junto às principais orquestras do país e também do exterior.

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